Na iniciativa tripartida, a que se juntam também a Embaixada de Cabo Verde e a Câmara de Comércio de Portugal (CCITP), a Bolsa de Valores de Cabo Verde será representada neste evento por Manuel Lima, da BVC, que vai apresentar a sessão especial.
A sessão será aberta a políticos, empresários, investidores e restantes homens de negócios, naquela que será uma réplica da edição de Junho de 2009.
Os principais aspectos da chamada «fonte de oportunidades de investimento», assim como «a diversificação de carteiras com rentabilidades, e fiscalidade apelativa e segurança garantidas» estarão em revista neste evento.
O encontro, que também contará com a presença do embaixador de Cabo Verde em Portugal, Arnaldo Andrade, pretende demonstrar aos potenciais investidores portugueses e à comunidade cabo-verdiana, um quadro fiscal apelativo.
Os responsáveis da BVC pretendem assegurar aos presentes que os «dividendos das acções não estão sujeitos a impostos», que «as mais-valias com menos de um ano são tributadas em 15 por cento» e que «as empresas cotadas têm redução de 50 por cento em sede de IUR, durante três anos».
Outros ganhos residem no facto de «os juros das obrigações de empresas cotadas em bolsa e com colocação pública são tributadas apenas a 5 por cento, «as unidades de Fundos de Investimento, sejam elas de Pensões, Capital de Risco, Mobiliárias ou Imobiliárias não estão sujeitas a imposto» e «as operações em bolsa não estão sujeitas a imposto de selo». |