«O conselheiro político da Embaixada de Espanha, Carlos Perez-Desoy, informou-me que o Governo cubano tinha pedido ao Governo espanhol para me acolher em Espanha», disse o jornalista de 48 anos, em contacto telefónico com a AFP. Guillermo Fariñas recusou a proposta argumentando que nunca quis o exílio.
O dissidente político reforça que o seu único objectivo com esta greve de fome é a libertação de 26 presos políticos com problemas de saúde, admitindo ter pedido a Espanha, asilo político para estes presos.
O Governo cubano fez saber a sua posição relativamente às exigências de Fariñas, num artigo publicado no jornal Granma, órgão oficial do Partido Comunista: Fariñas é um «mercenário» ao serviço dos EUA e o Governo cubano não aceita «chantagens». |