A banda quer clarificar a forma como é feito o cálculo dos royalties e alega que o seu contrato não permite a venda de músicas isoladas na Internet, apenas de álbuns completos.
Robert Howe, advogado dos Pink Floyd, garantiu existir uma cláusula contratual com a editora que impede a venda de temas com outro formato que não o original.
A EMI, por seu lado, diz que essa proibição «aplica-se apenas ao formato físico e não ao produto online». A banda, que tem contrato com a EMI desde 1967, pretende ainda rever os pagamentos de direitos de autor. |